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CENTRO DE QUALIDADE DE VIDA – LUMIGITUS

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Aloé Vera - BABOSA X DIABETES
SAÚDE TAMBÉM É UMA QUESTÃO DE CULTURA ...

Farmacêutica Lucette Morais CRF/RS 3628

[1] Agarwal OP. Prevention of atheromatous heart disease. 
Angiology. Aug 1985, 36(8) p485-92. Diabete & hiperlipidemia 
Existem dois tipos de diabete:
¨ diabete tipo I processo auto-imune desenvolvido na 
infância, que hoje começa a ser apontado como efeito 
colateral das vacinas infantis - as células do pâncreas 
secretoras de insulina, praticamente destruídas, fazem 
com que os níveis sangüíneos deste hormônio despenquem 
quase a zero enquanto o açúcar sobe a níveis estratosféricos. 
Tratamento clássico: injeção de insulina e monitoramento da dieta.
¨ diabete tipo II aparece na fase adulta - o organismo não 
mais responde adequadamente ao hormônio da insulina, 
deixando os níveis de açúcar do sangue atingirem níveis 
intoxicantes. Tratamento "clássico": mudanças no estilo de 
vida, perda de peso e uma série de medicamentos.
Alimentos funcionais mais importantes para os diabéticos: alho, 
Aloe vera, billberry, fenugreco, gingko, ginseng e gymnema.
Nutrientes presentes na Aloe vera reconhecidos como preventivos 
e de controle do diabete
Cromo - Glucomannan - Ácido linoléico (ácido gama-linoléico) 
- ômega-3 (ácido alfa-linoléico) - ômega-6 (ácido gama-linoléico)
- Taurina - Vanadium - Vitamina B3 (importantíssimo para o 
diabete tipo I) - Vitamina C - Vitamina E - Biotina.
Segundo a experiência clínica do Dr. Agarwal, de 1980 a 1985, 
todos os diabéticos e hiperlipidêmicos dentre os 5.000 pacientes 
com angina do peito que seguiram seu tratamento - suplementação 
diária de Aloe vera e fibras da semente de Isabgol - tiveram 
seus níveis de açúcar e lipídios naturalmente controlados.

[2]O Dr. Davis procurou determinar o quanto a Aloe vera funciona 
como elemento antiedêmico, analgésico e cicatrizante em organismos 
diabéticos. Para isso, utilizou-se do gel descolorado de Aloe 
vera - sem antraquinonas -, administrado em doses de 1mg/kg, 
10mg/kg e 100mg/kg. Em relação à reconstrução das áreas dilaceradas, 
os animais que haviam ingerido:
o 1mg/kg/dia no 4º dia a regeneração tissular era de 32% e no 7º 
dia, de 43% o 100mg/kg no 4º dia a regeneração tissular era 
de 43% e no 7º dia, de 56,6%.Em relação ao grupo de controle a 
diferença foi de quase 30% e o processo inflamatório foi muito 
menor e menos doloroso.

[3] Posteriormente, o Dr. Davis determinou
ainda com maior precisão o potencial antiinflamatório da Aloe 
vera para os diabéticos.

[4]O Fujita Health Institute, do Japão, também procurou determinar 
o potencial da Aloe vera sobre a redução da glicose em diabéticos 
obesos de idade mediana. O sangue de pessoas com diabete mellitus, 
sejam elas insulino-dependentes ou não, quando injetado em animais 
de laboratório, fez a glicose subir a níveis astronômicos. Mas, de 
oito e doze horas após receberem uma única injeção de Aloe vera, os 
níveis de glicose de todos os grupos estavam completamente 
normalizados.

[5]O estudo clínico de 72 pessoas com diabete mellitus, cujo 
tratamento convencional à base de glibenclamide não havia apresentado 
benefício algum, baseou-se na ingestão de uma colher de sopa de 
gel de Aloe vera ao despertar e outra ao deitar, e mais duas 
pastilhas de 5mg de glibenclamide, durante 42 dias. Em alguns casos, 
o gel da Aloe vera foi substituído por placebo e, em outros, o 
placebo tomou o lugar da glibenclamida. Antes e depois de começar 
esse tratamento todos foram submetidos a uma análise que mostrava os 
níveis de enzimas hepáticas, nitrigênio uréico (BUN - blood urea 
nitrogen), creatina e ácido úrico no sangue. A glicose era controlada 
todas as semanas. O colesterol e os triglicerídios a cada duas 
semanas. 
Quem só ingeriu glibenclamide duas vezes ao dia não demonstrou 
alteração alguma. Já o grupo da Aloe vera mostrou uma redução 
significativa nos níveis de açúcar após duas semanas e dos 
triglicerídios a partir da quarta semana, persistindo posteriormente 
a redução progressiva. A prova da ausência de qualquer efeito adverso 
nas funções do fígado e dos rins foi encontrada na ausência de 
qualquer alteração nos níveis de colesterol, BUN, transaminase 
glutaminoacética de soro (SGOT-serum glutamicoxalocetic transaminase),
transaminase glutâmico rirúvico do soro (SGPT-serum glutamic ryruvic
transaminase), fosfatase alcalina, creatina ou ácido úrico.

[6]
[1] Agarwal OP. Prevention of atheromatous heart disease. Angiology. 
1985 Aug; 36(8) p485-92.
[2] Ajabnoor MA. Department of Clinical Biochemistry, College of 
Medicine and Allied Sciences, King Abdulaziz University, Jeddah, 
Saudi Arabia. Effect of aloes on blood glucose levels in normal 
and alloxan diabetic mice. J Ethnopharmacol. 1990 Feb; 28(2): 215-20.
[3] David R. Aloe vera - Anti-edemic & analgesic activity in diabetes.
http://www.santrel.com/clinicalabstract/diabetes1.html 
[4] Davis RH, Maro NP. Aloe vera and gibberellin. Anti-inflammatory 
activity in diabetes. J Am Podiatr Med Assoc. 1989 Jan; 79(1): 24-6.
[5] Fujita Heakth Institute. Normalized blood glucose level. Japan, 
1992.
[6] Yongchaiyudha S, Rungpitarangsi V, Bunyapraphatsara N, et al. 
Antidiabetic activity of Aloe vera L. juice. I. Clinical trial in new
cases of diabetes mellitus. Phytomedicine. 1996; 3: 241-243.

 

 
 
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