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A ÚLTIMA CHANCE
Um romance espírita sobre homossexuais

ultima chance
 
Titulo: A última chance
Autor físico: Marcelo Cezar
Autor Espiritual: Marco Aurélio
Páginas: 257
Editora: Vida & Consciência
ISBN: 9788577220250
Autor da Sinopse : Alberto de Moraes

Sinopse:
Esta história nos fala da saga de homossexuais em busca de sua identidade perdida.
Há uma luta secular entre a natureza humana e as suas mórbidas fantasias de perfeição. Quem de nós não se sente um peixe fora da água ou um estranho no ninho? A visão ideológica do homem e a sua natureza degladeiam-se incessantemente criando toa sorte de torturas e crimes; preconceitos geram discriminação, perfeccionismo, complexos de inferioridade, a suposta superioridade normal massacrando os considerados diferentes. A injustiça e a violência encontram seus argumentos nas teorias e ideologias construídas por mentes corrompidas pela ilusão sacrificando a natureza que não se cansa de se rebelar em dolorosas doenças.
Enquanto isso tentamos sobreviver com os recursos de nossa fé apreciando o drama humano que sempre acaba por nos trazer de volta para a realidade de nossa natureza eterna.
Ou lutamos do lado de nossa verdade interior e natural ou pereceremos ajoelhados diante da escravidão que a ignorância das convenções sociais nos tenta impor.
Cada um deve entender que lutar por si é sentir que cada chance pode ser a ultima chance.
Trecho do Livro:
“- Pois deveria pensar. As pessoas acreditam que os gays são assim porque querem transgredir, sacudir os valores morais. Não sei ao certo por que viemos ao mundo desta forma. Talvez seja para manter o equilíbrio populacional, talvez para experimentar na pele o preconceito de fato. Ou mesmo até para viver feliz, não importando a orientação sexual. Todavia, mãe, acima de tudo, eu sinto que vivo no mundo como gay para me aceitar e viver em paz comigo, não dando ouvidos às pessoas e escutando aquela voz interior que serena e aquieta meu coração e traz paz ao meu espírito.
Helena chorou copiosamente. Nunca parou para entender os desejos íntimos do filho. Nunca se questionou o porque de ele ser assim. Roberto era um ser humano como ela. Também era feito de carne e osso e tinha sentimentos. E ela nunca parou para perceber o que ia no coração ou mesmo na cabecinha do filho.
- Perdão, meu filho.
- Não tenho de perdoar nada.
- Eu poderia ter sido uma mãe mais amorosa, mais amiga.
- Você fez o que achou melhor. Não pode exigir ter um comportamento diferente de sua natureza.
- Quero mudar. Quero participar de sua vida. Quero aprender a respeitá-lo de fato. Embora ainda seja difícil para minha cabeça aceitar a homossexualidade, eu o compreendo e o respeito.
- Obrigado...”

 
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